quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Sem nostalgia, nenhuma retrospectiva, menos tempo a perder. Símbolos, clichês, anseios de final de ano. Desejo nada disso a você.
Não espero por paz, mas por mentes piedosas.
Não peço luz, e sim discernimento. Não quero guias, contento-me com os sinais.
Respostas não me satisfazem, eu quero perguntas e dúvidas a mais.
Menos pôr do Sol. Mais gente admirando o esplendor do amanhecer.
Desejo caminhos, distintos destinos, outras escolhas a fazer.
Menos certeza, mais coração.
Menos silêncio, mais opinião.
Quem sabe um pouco mais de compreensão, acompanhada de perdão, regada a compaixão.
Encontrar a doçura presente na loucura. Descobrir a mesmice da precisão.
Reconhecer o momento exato da criação.
Saber o significado de cada pequena epifania.
Acreditar em misérias. Ver com olhos não humanos.
Viver, respirar em cada célula de seu eu a sensação de ser um ser humano.

Recomeço, início, tropeço, sorriso, descoberta, esperança, mudança.
Fé.

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